O segredo das milhas que quase ninguém te conta
Como transformar gastos do dia a dia em viagens pelo mundo
Durante muito tempo eu paguei caro para viajar.
Até perceber uma coisa curiosa: enquanto algumas pessoas desembolsavam milhares de reais por uma passagem, outras estavam no mesmo voo — pagando muito menos.
A diferença? Elas usavam milhas.
Foi ali que comecei a mergulhar no universo dos programas de fidelidade.
Hoje, depois de mais de 14 anos trabalhando no mercado de loyalty, passagem pela Livelo — o maior programa de fidelidade do Brasil — e mais de 100 cidades visitadas pelo mundo, posso te contar um segredo simples: milhas são uma moeda.
E, como qualquer moeda, quem aprende a usá-la bem consegue ir mais longe.
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O que são milhas, afinal?
Milhas (ou pontos) são recompensas que você acumula a partir de gastos do dia a dia.
Muita gente pensa apenas no cartão de crédito — e ele realmente é uma das formas mais comuns de acumular. Mas existem várias outras.
Por exemplo:
• corridas no Uber;
• compras online em parceiros como Amazon ou Mercado Livre;
• abastecimento em postos de combustível;
• compras em lojas virtuais parceiras.
Ou seja: você não precisa gastar mais para acumular milhas.
Precisa gastar com estratégia.
O erro que faz muita gente perder milhas
A maioria das pessoas até acumula pontos — mas acaba desperdiçando.
Os erros mais comuns são:
• deixar as milhas expirarem;
• usar cartões que acumulam poucos pontos;
• trocar milhas por produtos (quase sempre um mau negócio);
• ignorar promoções e transferências bonificadas.
Quando você entende que milhas têm valor real, começa a tratá-las como dinheiro.
E isso muda completamente a forma de viajar.
A estratégia que pode multiplicar suas milhas
Um dos mecanismos mais poderosos do mercado de fidelidade é a transferência bonificada.
Funciona assim: você transfere pontos do banco para programas de companhias aéreas e recebe bônus que podem chegar a 100% — ou até mais.
Na prática: 10 mil pontos podem virar 20 mil milhas.
Quem acompanha essas oportunidades consegue emitir passagens com muito menos pontos.
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Viajar com milhas não é sorte
Depois de sete anos viajando quase exclusivamente com milhas, posso garantir uma coisa: viajar usando milhas não é sorte.
É estratégia.
É planejamento.
É educação financeira aplicada às viagens.
E a boa notícia é que qualquer pessoa pode aprender. Inclusive mulheres que querem ganhar autonomia para viajar mais — sozinhas ou acompanhadas.
Porque, quando você aprende a transformar gastos do dia a dia em milhas, o mundo começa a parecer muito mais próximo.
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