Contratar bem não é contratar rápido: o que o mercado de comunicação ainda não aprendeu
Especialistas em recrutamento da Dellas mostram por que o encaixe cultural vale mais do que a velocidade — e como isso muda tudo para as mulheres no mercado
Não é falta de talento. É falta de encaixe. Nem sempre o problema é a mulher — é o lugar onde ela foi colocada
Existe uma certa pressa no ar.
Ela aparece nos briefings urgentes, nas vagas abertas “pra ontem”, nas entrevistas encaixadas entre uma reunião e outra. No mercado de comunicação, especialmente em publicidade e live marketing, isso se intensifica. Tudo é urgente. Tudo é pra já.
Contratar virou automático. Publica, filtra, entrevista, decide. Funciona. Até deixar de funcionar. Porque, no meio dessa velocidade, uma pergunta essencial se perde: essa pessoa realmente deveria estar aqui?
Nesse contexto, o impacto de uma contratação errada aparece rápido. E, para muitas mulheres, esse desalinhamento costuma ser ainda mais evidente.
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Não por falta de preparo. Mas porque, muitas vezes, ainda se entra em estruturas que dizem buscar diversidade, mas operam sempre do mesmo jeito. E quando não encaixa, o desgaste aparece rápido.
Foi nesse espaço que nasceu a Dellas.
Antes da vaga, vem o contexto
A Dellas atua com recrutamento focado em comunicação, especialmente publicidade, conteúdo e live marketing, áreas nas quais o talento certo faz diferença imediata.
Mas o ponto de partida não é o currículo. É a empresa. Antes de buscar nomes, o trabalho é entender o momento do negócio, a liderança, as expectativas e a cultura real.
Sem isso, contratar vira tentativa. E tentativa, nesse mercado, custa caro.
O mito da contratação rápida
Existe uma ideia comum: ou você contrata rápido ou contrata bem. A Dellas não escolhe. Processos bem conduzidos não são mais lentos. São mais assertivos e evitam retrabalho.
Em mercados nos quais tudo acontece em tempo real, contratar certo desde o início não é luxo. É base.
Fit cultural não é simpatia
Fit cultural não é intuição. É estratégia. Envolve ritmo, comunicação, valores e forma de lidar com pressão. E define quem cresce e quem não consegue permanecer.
Mais do que atrair talento, a cultura precisa sustentar esse talento. Ignorar isso não elimina o problema. Só adia.
Quando o processo respeita as pessoas, o resultado aparece
Quando o recrutamento é bem feito, o impacto vai além da vaga. Ele aparece no time, na liderança e na permanência das pessoas.
Equipes alinhadas são mais estáveis, mais eficientes e tomam melhores decisões. Em mercados criativos, isso não é detalhe. É diferencial.
De dentro pra fora
A Dellas nasce da vivência de Amanda Dourado e Gabriela Martin no mercado de comunicação. De quem acompanha o dia a dia de agências, projetos e operações que exigem resposta rápida, e em que uma contratação mal feita não demora a aparecer.
Mães e empreendedoras, elas conhecem de perto as camadas que não aparecem no currículo: a gestão do tempo, a cobrança constante, as pausas que nem sempre cabem e a necessidade de sustentar carreira sem abrir mão de quem se é.
Esse olhar atravessa cada decisão e aproxima a Dellas das dores reais de muitas mulheres no mercado.
O padrão se repete: profissionais qualificadas, preparadas, que não se sustentam no lugar em que foram colocadas. Não por falta de entrega. Mas por falta de encaixe.
Hoje, Amanda lidera a área de Novos Negócios e Relacionamento com Clientes, garantindo clareza estratégica desde o início. Gabriela conduz a operação, com olhar atento e cuidado genuinamente humanizado em cada processo seletivo.
Essa combinação sustenta o trabalho da Dellas. Um olhar estratégico, com sensibilidade para enxergar o que não está explícito.
E a decisão de interromper um ciclo comum no mercado: contratar rápido, ajustar depois e tratar isso como exceção.
No fim, não é sobre contratar
É sobre sustentar. Sustentar times, decisões e ambientes nos quais as pessoas possam performar sem precisar se moldar o tempo todo.
Num mercado que valoriza velocidade, fazer direito parece contraintuitivo. Mas, quando o encaixe acontece, o trabalho flui, as relações se fortalecem e o resultado deixa de ser esforço para virar consequência.
Talento nunca foi o problema. O que muda tudo é onde, e como, ele é colocado.
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