6 dicas de séries com mulheres poderosas para ver na Netflix
De espiãs a imperatrizes, seis séries da Netflix com protagonistas poderosas que têm muito a ensinar sobre resistência e escolhas difíceis
Março é o mês do Dia Internacional da mulher. E é sempre o momento de avaliar os progressos que as mulheres têm feito, tanto no plano pessoal quanto no profissional.
Uma boa maneira de perceber isso é conhecer a história. Seja de mulheres reais ou da ficção, que lutam por uma realidade melhor, para seguir em frente.
Então selecionei aqui 6 séries da Netflix que têm mulheres protagonistas fortes e decididas. É uma delícia acompanhar suas histórias.
“A Diplomata” (3 temporadas)
Keri Russell ganhou o Actor Award de melhor atriz de série de drama por seu papel como Kate Wyler. Ela é uma experiente e competente diplomata que se vê inesperadamente nomeada embaixadora dos Estados Unidos no Reino Unido durante uma crise internacional de grandes proporções.
Conhecida por seu trabalho em zonas de conflito, Kate é lançada em um cenário político de alta visibilidade para o qual ela sente não estar preparada.
Agora, além de lidar com pressões diplomáticas intensas e negociações delicadas que podem mudar os rumos da política global, ela precisa enfrentar os dilemas de seu turbulento casamento com Hal Wyler (Rufus Sewell), uma carismática e influente figura da política.
Dividida entre a diplomacia e sua vida pessoal, Kate se vê envolvida em jogos de poder, alianças frágeis e decisões que podem impactar o equilíbrio internacional.
“Rainha Charlotte” (1 temporada)
Spinoff de “Bridgerton”, a série de seis episódios se passa em dois momentos. O primeiro, na juventude da rainha – logo que ela chega à Inglaterra para se casar com o Rei George.
Os dois se conhecem no dia do casamento. Passam por diversas crises, apesar de muito apaixonados, especialmente devido aos problemas nervosos do rei.
O segundo momento se passa pouco depois dos acontecimentos da segunda temporada de “Bridgerton”. Mostra a rainha enfrentando os problemas de conseguir que um de seus 13 filhos lhe dê um neto para dar continuidade ao reinado da família.
Nessa parte, entretanto, o mais interessante são as conversas entre Lady Bridgerton e Lady Danbury, as ótimas Ruth Gemmell e Adjoa Andoh. Preste atenção ao diálogo sobre o jardim que floresce. É impagável – veja a crítica aqui!
“A Imperatriz” (2 temporadas)
Nova versão da história de Sissi, que fez sucesso com os filmes de Romy Schneider. O imperador da Áustria, Franz, ou Francisco, deverá ficar noivo da nobre Helene da Baviera.
Ela chega acompanhada da mãe e da irmã Elizabeth (Sisi, aqui com um s só) para o evento de aniversário dele, onde o noivado deverá ser anunciado. Só que quando ele conhece Elizabeth, que é rebelde e diferente de todos, um amor inebriante nasce entre o jovem casal.
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E isso, é claro, perturba completamente a estrutura de poder na corte vienense. Após o casamento, a jovem imperatriz deve se afirmar perante sua sogra, a soberana e sedenta de poder Sophie. E ainda perante o irmão de Franz, Maxi, que anseia pelo trono (e por Sisi). Veja a crítica aqui.
The Crown (6 temporadas)
As seis temporadas contam a história de Elizabeth II, desde o momento em que é alçada a assumir a coroa com vinte e poucos anos após a morte repentina de seu pai.
Três atrizes fazem o papel de Elizabeth nas diferentes fases da vida da rainha: Claire Foy, Ilivia Colman e Imelda Staunton .
A série foi muito premiada durante as seis temporadas. A crítica da última temporada está aqui.
“Homeland” (8 temporadas)
“Homeland” é uma série de espionagem ambientada no atual cenário geopolítico internacional. A trama percorre diferentes territórios e zonas de tensão — das prisões sombrias de Bagdá, no Iraque, às ruas de Beirute, no Líbano; atravessa regiões montanhosas na fronteira entre Iraque e Irã; passa pelos corredores da CIA em Langley e pelos salões de poder em Washington, D.C., até chegar às tensas ruas de Islamabad, no Paquistão.
No centro da história está Carrie Mathison, agente da CIA interpretada por Claire Danes — uma profissional brilhante, mas emocionalmente instável. A atuação da atriz lhe rendeu diversos prêmios ao longo da série.
A produção também gerou controvérsias internacionais e chegou a enfrentar problemas com alguns governos — veja aqui.
“Inacreditável” (1 temporada)
“Inacreditável” se baseia em uma história verdadeira, que originou uma matéria com o título “Uma inacreditável história de estupro”.
O primeiro dos oito episódios já começa com a história de uma jovem de 18 anos, Marie (Kaitlyn Dever), que contou à polícia ter sido estuprada dentro de seu próprio apartamento. Submetida a vários interrogatórios, ela acabou voltando atrás em sua versão, o que lhe causou vários problemas.
Essa história, e ainda os flashes daquela noite, ocupam todo o episódio. Mas no segundo, conhecemos duas detetives, Grace e Karen (Toni Collette e Merritt Wever, ótimas), que estão investigando casos similares.
A investigação das duas mulheres e o destino de Marie vão acabar se cruzando durante a investigação de um estuprador em série.
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